O que é
Pintas (nevos) são acúmulos de células que produzem pigmento. A maioria acompanha a pessoa por toda a vida sem causar problemas.
O câncer de pele pode surgir em uma pinta que já existia ou em pele aparentemente normal. Os tipos mais comuns são o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma. A exposição ao sol ao longo da vida é um dos principais fatores de risco.
Sinais e sintomas
- Assimetria: uma metade diferente da outra
- Bordas irregulares ou mal definidas
- Cores variadas na mesma pinta
- Diâmetro maior que a média das outras pintas
- Evolução: mudança de tamanho, forma, cor, coceira ou sangramento
- Ferida que não cicatriza ou lesão que sangra com facilidade
Quando procurar a dermatologista
- Quando uma pinta muda de tamanho, forma ou cor
- Quando aparece uma lesão nova que chama atenção
- Quando uma ferida não cicatriza
- Para exame periódico, especialmente com pele clara, muitas pintas ou histórico familiar de câncer de pele
Como é a avaliação
Na consulta, a dermatologista examina a pele e as pintas, muitas vezes com o dermatoscópio, um aparelho que amplia e ilumina a lesão. Quando necessário, pode indicar a retirada da lesão para análise. A dermatologia cirúrgica é uma das áreas de atuação da Dra. Joseany.
Perguntas frequentes
Toda pinta precisa ser retirada?
Não. A maioria é benigna. A indicação de retirada é feita após avaliação.
Com que frequência devo examinar a pele?
Varia conforme o risco de cada pessoa. A dermatologista orienta o intervalo adequado.
Protetor solar no inverno é necessário?
Sim. A radiação ultravioleta está presente o ano todo, inclusive em dias nublados.
Referências
- Sociedade Brasileira de Dermatologia
- American Academy of Dermatology – Pintas
- American Academy of Dermatology – Melanoma
- American Academy of Dermatology – Câncer de pele
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta médica.